Quando a liberdade é roubada pelo medo
E as ações vetadas pela iminente ameaça
veem a fragilidade humana gritada em orações suplicantes
a um Deus esquecido por muitos.
A invisibilidade da dor revelando faces, desnorteando estradas,
fincando os pés no chão da alma.
Há o aprendizado, do que era esquecido
e no fundo carecia ser primordial.
Dos abraços outrora perdidos
e que agora tanta falta nos faz
Há de se aprender a ter esperança e não deixar de sonhar.
Há de se criar memórias onde a lição maior será
De que a riqueza e o poder foram subjugados
por um vírus que revelou a certeza da igualdade.
E mais que a vida, matou a arrogância,
e por mais diferenças que existiam
ele uniu a nação em uma só oração e o mundo em uma só missão.
Foi doído carecer de uma guerra invisível e silenciosa
Para o ser humano resgatar o humano em si.
Que sejam memórias...
*Escritora e autora de quatro livros em Nova Andradina; “No seu olhar, No seu sorriso, Como está a sua Fé e Tempos que marcam”
Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Jornal da Nova
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